Na beirada da minha rua
No infinito do horizonte
Sinto o cheiro do vento
E vem esse sentimento,
De alegria e de paz
Minh'alma se mostra audaz
E sou capaz, de por um breve momento,
Deitar ao relento
E sonhar
Como és bela, natureza!
E usa de sua beleza
Pro meu coração encantar
Depois de um dia estressante
Tenho esse deleitoso rompante
Que faz meu espírito brilhar
As amarras já não existem
O ódio já não existe
E o azul do céu enche todo o meu ser
Está ficando escuro,
Mas te asseguro :
Medo não deves ter
Na rua pavimentada,
Cada pedra é desigual
Maior, menor, estreita
Uma à outra se ajeita
E fica belo no final
Se fossem todas iguais, qual seria a graça?
Se cada um que passa, diferente também é?
Pode ser homem ou mulher,
Criança ou velho
Cada um com seu mistério
E seu jeito de viver.
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